PROJECTO EDUCACIONAL DE DIVULGAÇÃO E PRÁTICA DA FILOSOFIA - NOVAS PRÁTICAS FILOSÓFICAS

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American Philosophical Practitioners Association (APPA); Institute for the Advancement of Philosophy for Children (IAPC); Institut de Pratiques Philosophiques; Associação Portuguesa de Aconselhamento Ético e Filosófico (APAEF); Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC).
Membro afiliado do Institute for the Advancement of Philosophy for Children (IAPC).

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

2º Café Filosófico com Pais no Colégo Efanor

O percurso do diálogo:
 
- Enquanto educadores, sabemos porque fazemos o que fazemos?

- Porque fazemos o que fazemos?

- O que fazemos adequa-se aos objectivos que perseguimos?


«O Paraíso são os Outros»?

«Este livro surge depois de, no romance intitulado A Desumanização, reflectir acerca da popular expressão de Sartre. Como acontece ali, também esta história seria narrada por uma  menina. A passagem que me trouxe a este resultado diz:

"O Inferno não são os outros, pequena Halla. Eles são o paraíso, porque um homem sozinho é apenas uma animal. A humanidade começa no que te rodeia, e não exactamente em ti. Ser-se pessoa implica a tua mãe, as nossa pessoas, um desconhecido ou a suia expectativa. Sem ninguém  no presente ou no futuro, um indivíduo pensa tão sem razão quanto pensam os peixes. Dura pelo engenho que tiver e perece como um atributo indiferenciado do planeta. Perece como uma coisa qualquer."»
Valter Hugo Mãe, nota do autor em O Paraíso são os Outros. Porto Ed.

Javier Sobrino, Um Segredo do Bosque, OQO Ed.
Depois de Um Segredo do Bosque, onde o amor por vezes é visto como um problema, esta obra de Valter Hugo Mãe pareceu-me um bom caminho.
Ainda mais porque uma das ideias fortes da última sessão de Filosofia para Crianças com o 4º e 3º anos (defendida com afinco pela A., 3º ano) foi a de que, apesar de todas as dores de barriga, falta de palavras, vergonha e ficarmos paralisados e especados, vale a pena estar apaixonado!! «Vale mesmo a apena amar até se o outro não nos liga!» (A.)
Procurando explorar uma das mensagens em Sarte  que Valter Hugo Mãe cita: 
Um indivíduo, sozinho, é uma pessoa?


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Café Filosófico em Guimarães - 5 de Março

São Mamede  - Centro de Artes e Espectáculos
 
Quinta-feira, 5 de março, com início marcado para as 21h30. 
 
O nosso CAFÉ FILOSÓFICO: siga o LINK.
 
Mais um momento da parceria com a
ASSP (Associação de Solidariedade Social dos Professores)
- Delegação de Guimarães

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

«Um Segredo do Bosque»

«Num bosque do Norte, num dia de primavera, um esquilo fez um amigo novo, com quem partilhou algumas das suas nozes. O amigo partiu sabe-se lá para onde, mas ficou para sempre no coração do Esquilo, que doravante ficava com os olhos nublados e sentia cócegas no nariz (entre outros sintomas…) de cada vez que pensava nele. Sem perceber o que se passava consigo, falou com amigos como o Raposo e o Urso que o ajudaram a perceber que sentia algo de especial por aquele amigo... »
Um Segredo do Bosque
Javier Sobrino (texto), Elena Odriozola (ilustração), OQO (editora)


Esta é a sinopse da história que abriu a nossa sessão de Filosofia para Crianças, com o 2º ano. O amor tão imprevisto quanto insuspeito do bosque levou-nos a pensar sobre:
* Como sabemos que estamos apaixonados?
* Como ficamos quando estamos apaixonados?
Porquê?
* Qual a melhor maneira de dizer à pessoa por quem estamos apaixonados o que sentimos?

Sabemos que estamos apaixonados quando só pensamos na pessoa; estamos sempre a ver a pessoa; ficamos corados; ficamos nervosos, esclarece o grupo.

À parte dos conselhos de «urso grande» e «lobíssimo do lobo», os participantes não estavam fracos de ideias para dizer a alguém que se está apaixonado: Olhos nos olhos; em público; só os dois e dizer tudo o que sentimos; com uma canção; numa carta; marcar um encontro; ir jantar; ir dançar...

E quanto a amores improvavéis e a palpites alheios, talvez esta história ainda nos tenha algo mais a proporcionar! Ora espreitem:

 

Imagens e sinopse in http://www.catalivros.org



Grata a todos pela sessão.













sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Preferes pegar numa rã ou ser beijado por um macaco?

Inspirada por Jason Buckley, a sessão do 2ºA foi de escolhas. Difíceis por vezes...

O que preferes:
- Ser perseguido por um leão ou que uma cobra deslize por ti?

- Pegar numa rã ou ser beijado por um macaco?

- Comer um caracol ou comer um ratinho?

- Ver televisão com um assassino ou correr com um tigre?

- Entrar num aquário com uma enguia eléctrica ou ser picado por um mosquito?

A comunidade de investigação foi escolhendo, mais ou menos facilmente, entre os dois pólos propostos.
Houve quem mudasse de ideias - de facto se a cobra for venenosa, é melhor ser perseguido por um leão. Pode ser que não nos apanhe... (D.)

Para quem adora macacos, a segunda opção nada teve de custosa, apenas direito a algumas reservas - o macaco narigudo não!!! E este aqui dos dentes, da família do Mandril, também não!! (O D. entretanto deu um saltinho à biblioteca para nos mostrar um livro sobre macacos.) Pesou também o facto de algumas rãs, cor-de-laranja com umas pintinhas [serem] venenosas, por isso, prefiro ser beijado por um macaco.


Outros colegas, já na terceira opção, decidiram-se por comer um ratinho, porque tem carne e porque no Japão também se come e eles gostam. (T. e S.)

Ver televisão com um assassino é que NEM PENSAR! Além disso, se nos corportarmos com calma e se dermos comida ao tigre ele, apesar de feroz (S.), não nos fará mal. (D.)

A última foi fácil: ser picado por um mosquito, claro! (porque aqui nesta sala ninguém é alérgico!)

- A professora é um monstro, só põe coisas más!!
(sorrisos)
Bem, foi vez de deixar coisas assustadoras de lado:
Mousse de Chocolate ou Baba de Camelo?

As opiniões divergiram mas sem dificuldades de escolha pois, de facto, uns gostavam mesmo mais de uma sobremesa do que doutra.
- São capazes de me dar uma opção que seja mesmo difícil de escolher?
- «MacDonald's ou Mousse de Chocolate?» Aí é que era mesmo muito difícil para mim escolher: adoro os dois! (D.)

- Percebo... Agora são vocês a dar as opções. Já sabem qual é regra que têm de seguir?
- Sim, têm de ser os dois muito maus, ou muito bons! (T.)

Eis os resultados:
* Ir à escola ou comer um leão?
* Fazer o TPC ou ter óculos minúsculos?
* Ter esquilos ou ter filhos?
(- Porquê este par de coisas, S.?
- Porque gosto muito dos dois!)
* Ser comido por um leão ou por um gorila?
* Comer baba de camelo ou comer o cão?
* Comer um livro ou beber coca-cola? (-Oh, este não dá muito bem, claro que toda a gente prefere beber coca-cola... (S.)
* Ter Invizimals no quintal ou ter o Super-Mário no quintal?
* Ser uma menina ou usar óculos? - a S. fez uma cara esquisita como que não percebendo a disjunção: - Mas...Eu sou os dois!...

Sim, parece que isto dos dilemas tem mais que se lhe diga... E talvez as disjunções exclusivas surjam numa das próximas sessões de Filosofia para Crianças.






Grata pela sessão

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Investigar a Liberdade com o 4º ano do Colégio do Sardão


No blog do 4º A, portefólio digital das suas atividades, pode ler-se:
 
" Hoje, sexta-feira, assistimos a uma sessão de Filosofia para Crianças com o orientador Nuno. Depois de ouvirmos a história de Ulisses e dos seus marinheiros ficamos a refletir sobre os vários desafios que o orientador nos ia colocando.
Foi muito divertido, pois, por vezes, ficávamos com dúvidas sobre as nossas certezas."

domingo, 25 de janeiro de 2015

O Fábio Coentrão Foi Vendido ao Real Madrid

A última sessão  de Filosofia para Crianças com o 2º ano foi um pouco irrequieta, dado uns bichinhos carpinteiros que andariam pela sala, com certeza!

Contudo, algumas questões interessantes foram sendo levantadas, seguidas da imediata reacção à tarefas que propus aos elementos da comunidade de investigação (criar um anúncio sobre si próprios): «-Eu não quero ser vendido(a)!!»

Porque é que não se devem vender seres humanos?
E objectos, há problema em vender objectos?
E animais? Porquê?

bichinhos carpinteiros
- Sim. - Não. - Porque vão para uma família que os trata bem. - Mas podem também não ir... - Porque também merecem cuidado. - Mas vender desrespeita. - ...
bichinhos carpinteiros
bichinhos carpinteiros
Lá do fundo: «- Mas vendem-se jogadores. O Fábio Coentrão foi vendido ao Real Madrid; o Moutinho foi vendido ao Mónaco. E o André Gomes que foi para o Valencia.» (R.)

- Ohh! Interessante, então afinal vendem-se pessoas. O que é que eles foram para lá fazer?
- Jogar futebol! É o que eles fazem, é jogar futebol. [dahh]
- E podem usar a roupa que quiserem?

bichinhos carpinteiros
- Siiim. - Nãaao.
bichinhos carpinteiros
bichinhos carpinteiros
 
M. - Não, não podem. É o clube que manda nas camisolas.
facilitadora - Mas, estás a falar nos jogos, em campo?
M. - Sim, não são eles que escolhem.
facilitadora - E quando acabam os jogos? Quando vão para casa, por exemplo?
M. - Ah!, aí vestem a roupa que quiserem.
L. - Há a roupa da pessoa e a roupa do jogador.
facilitadora - Hummm... Percebo. Então compraram a pessoa ou o jogador?
 
bichinhos carpinteiros
- O Jogadoooor!
bichinhos carpinteiros
bichinhos carpinteiros
 
Leram-se os anúncios de cada um e chegou-se a um slogan que benficou no ouvido:
«- Bráz, tu és capaz!»


 
 
Grata a todos pela sessão!
(todos os nomes dos participantes são fictícios)

sábado, 24 de janeiro de 2015

Filosofia com Crianças - 4º ano - QUEM É MAIS LIVRE?

Participação na Semana Cultural do Colégio do Sardão, Vila Nova de Gaia
 
No Dia Internacional da Liberdade propusemos a duas turmas do 4º ano uma investigação filosófica sobre este conceito.
 
O estímulo, provocação e ponto de partida para o pensamento que alimenta o diálogo, foi o episódio da Ilha das Sereias da Odisseia de Homero.
 
Quem é mais livre?
 
Conheça o blog das actividades do 4º B.  Nas suas palavras, um grupo de "crianças alegres, divertidas e com muita vontade de trabalhar!"  Confirmo!
Siga o LINK.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

FILOSOFIA NO PRÉ-ESCOLAR - PARA QUE VIVEMOS?

Enquanto nos dirigíamos à biblioteca do Centro Escolar S. Miguel de Nevogilde para a nossa sessão semanal, diz-me o Alexandre:
- Tenho uma pergunta que o meu pai disse que era boa para a filosofia.
- Óptimo! Diz lá!
- Para que é que andamos aqui?
- Aqui? Na escola? – perguntei.
- Não! Aqui no mundo, na Terra.
- Ah! Essa é uma pergunta muito difícil! As pessoas já a fazem há muito muito tempo.
A Sofia, que ouvia a nossa conversa, disse:
- Não é nada difícil, é muito fácil! Se quiseres podemos responder hoje.
- O que pensam: é uma pergunta difícil?
Os outros meninos (5 anos) dividiram-se entre o sim e o não.
Continuei:
- É uma pergunta interessante para nós?
A resposta em uníssono:
- SIIIIIIIIIIM!
Pois bem! O plano para a sessão fica adiado. Questões mais altas se elevam!
Estava escolhida a questão: PARA QUE VIVEMOS?
Fica o registo das respostas iniciais, matéria do nosso diálogo durante duas sessões.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Encontros do DeVir Jr, O Bairro do Erro



O ciclo de Encontros do DeVir Jr arrancou ontem com os primeiros workshops de cada uma das áreas de criação. Para cada 90 minutos de Voz, Percussão, Música Electrónica ou Dança, houve 30 minutos de Filosofia Prática.
O tema deste primeiro encontro foi o Erro: na direcção da construção de uma cidade utópica, composta por vários bairros, começámos pelo Bairro do Erro.
 
Dada a hipótese de os participantes, à entrada da sala, escolherem sentarem-se no Bairro do Erro ou no Bairro do Certo, todos escolheram o Bairro do Certo.
Quais os seus motivos? Por gostarem de fazer o que é certo, porque está certo fazer o certo e porque devemos fazer o certo.
No entanto, hummm... 

O grupo considera que todos erramos, isso é natural em nós embora não gostemos quando isso acontece.
Afinal, fomos ensinados a fazer as coisas da maneira certa.
 
[Bem, parece pois que todos somos habitantes do Bairro do Erro e queremos viver fora do nosso lugar natural...]
 
Mas... Será que nos ensinam sempre da maneira certa? Talvez não, talvez nos ensinem da maneira que querem ensinar-nos. Ou da maneira que foi convencionada como certa. Ou da maneira que sabem.

Ou talvez certo e errado não existam... Talvez seja isso, cada um tem a sua opinião e temos de respeitá-la.
E se dissermos que não devemos respeitar a opinião de cada um? Estará isso certo? Ou acabamos de encontrar uma linha separadora entre o certo e o errado?
Depende.
Drogar-se está certo ou errado?
Depende.
Matar por puro capricho, está certo ou errado?
Depende.
Depende.
Depende.
Dep... 
 
(O primeiro grupo sai e dirige-se às respectivas áreas de criação.)
 
Continuámos o nosso esmiuçar do Erro: pode ser fatal ou não; pode ser propositado ou não; pode ser colectivo (guerras, atentados, máfia... - de facto, as maiorias ou grupos de variada dimensão, por vezes, erram.) ou pessoal e pode até ter consequências boas (fazer o que nos dá prazer, dialogar mais com um amigo porque ter de lhe pedir desculpas ou não (bem como o certo pode ter consequências negativas - ser demasiado certinho pode ser mau/ aborrecido).
Passámos pela diferenciação entre estar consciente e querer o erro e pela perspectivação do erro em termos morais (dever fazer ou não, por estar certo ou errado) e em termos ontológicos e ou epistemológicos (aquilo que é vs aquilo que não é, respectivamente ser vs não ser; verdade vs falsidade.)
 
O som das vozes na sala ao lado acompanhou-nos até ao momento de os participantes se deslocarem para a Percussão e para a Dança. Mas não sem antes nos deixarem os conceitos que, no seu entender, melhor caracterizaram a sessão:



Até breve, até ao próximo bairro!





sábado, 10 de janeiro de 2015

Café Filosófico - O conhecimento tem limites?

GUIMARÃES - 8 JANEIRO - HOTEL DA OLIVEIRA
 

 
Mais um momento da parceria com a
ASSP (Associação de Solidariedade Social dos Professores) - Delegação de Guimarães

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Bizarrias

Hoje o 2º A conheceu o Leonardo Bizarro. Um menino que tem no sótão um lugar secreto cheio de artimanhas e invenções, onde só a Ágata entra. Tem um caderno com as suas invenções e a receita para inventar que também só à Ágata lê.
 
Por entre o esclarecer de palavras desconhecidas e perguntas como «Porque é que diziam que o Leonardo era bizarro?» (T.) ou como «Porque é que é preciso um código secreto para a nossa invenção?», a comunidade de investigação entrosou-se pelas várias vertentes de exploração da história.
Perguntou, clarificou e ou respondeu e problematizou. Bizarro significa estranho (T.) , ou exquisito (A.); O Leonardo era considerado bizarro porque inventava coisa estranhas e porque não gostava nem de jogar à bola nem de ver televisão e toooda a gente gosta.(grupo) Mas não faz mal não se gostar de ver televisão. (grupo)
Concluímos ainda que podemos inventar coisas estranhas mas que nos dão prazer a criar (T., S. e D.) e que essas coisas até podem ser inúteis. (A.)
 
Em stereo a toda esta informação a acontecer, já o D. tinha ideias mirabolantes de invenções que o faziam andar de um lado para o outro da sala sem parar, ao mesmo tempo que pensava.
 
Aproveitando a junção de nomes de realidades diferentes, ouvidas na história de Leonardo, ou utilizando palavras já conhecidas para novas realidades, criaram-se imparavelmente invenções:
 
Coelhos para ajudar pessoas, que funcionam com amor. Nós damos-lhes amor e eles fazem tudo o que nós quisermos.
O Gamante - um gato que produz diamantes.
O Robot-menina, que serve para fazer brinquedos carregando-se num botão violeta. É feito de ferro.
O Carpé, que funciona a pedal e não polui nem gasta dinheiro em gasolina.
O ARobou, um robot que faz todas as tarefas domésticas na vez do pai ou da mãe. Assim, já podem ficar descansados e brincar com os filhos. Funciona a pilhas com a duração de janeiro a dezembro.
O BoneSol, um boneco feito de sol que serve para fazer rir. Não derrete porque não é feito de neve, mas sim de sol.
A Máouro, uma máquina que funciona a vento e serve para produzir ouro. Colocamos 2kg de ouro na máquina e ela faz 10kg.
E por último a Coiqaija - uma máquina de viajar no tempo que funciona com tecnologia.
 
Caso o leitor esteja interessado em avançar com a produção de uma ou várias destas invenções, está desde já prevenido que todas estão devidamente patenteadas, pois, como vimos no início da sessão, um código secreto para as nossas invenções é muito importante para ninguém roubar ou copiar as nossas ideias. (T. e D.)
 
Obrigado a todos pela sessão e votos de um 2015 criativo!!
LSilva
 
 
 









quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

ANO NOVO, MUNDO MELHOR ! - Filosofia no 1º Ciclo do Colégio Efanor

Última sessão de 2014.
Ao ditado popular "Ano Novo, Vida Nova" introduzimos uma variação.
Que tal ANO NOVO, MUNDO MELHOR ?

Eis as propostas para melhorar o mundo em 2015:
Ao longo de 65 minutos foram objecto de problematização, fundamentação e exemplificação
 seguindo a seguinte estrutura:

Melhora o mundo?
Como  melhora o mundo?
É possível realizar?
Tem consequências negativas para o mundo?

Bom Natal e Feliz Ano Novo
para os meninos do 1º ciclo do Colégio Efanor no Porto.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Filosofia no Pré-Escolar: da busca de elementos comuns ao critério de identificação do Pai Natal

O desafio inicial era agrupar os fantoches em função de elementos comuns. De seguida avançamos para a sua identificação, problematização e conceptualização.
Por exemplo: o sapo, o tubarão, a tartaruga e o mergulhador andam na água (mas o mergulhador não vive na água); o papagaio, o sapo e a tartaruga são verdes; o leão, o tubarão e o elefante são perigosos; o coelho, o rato e o urso-panda são fofinhos...

 
Eis os fantoches com mais elementos comuns:


1º -Todos são pessoas;
2º -Todos são profissões (após alguma investigação concluiu-se que ser Pai Natal também é ocupação profissional);
3º -Todos têm olhos azuis;
4º -Todos têm chapéu (uma vez mais o exemplo Pai Natal gerou controvérsia pois foi avançada a tese que é o único a quem não sai o chapéu porque " faz parte dele".  5 minutos de discussão: o grupo concordou que era mesmo assim! Assim, encontramos um critério para resolver uma intemporal questão: se for possível tirar o chapéu então é porque não é o verdadeiro Pai Natal, é só um daqueles que "vemos no shopping").

Naturalmente saíram da sessão com intenção de testar o critério em todos os todos os encontros com aqueles que são identificados como Pai Natal. Atenção aos impostores!
 
Bom Natal para os meninos do Centro Escolar de S. Miguel de Nevogilde no Porto.
Vemo-nos em Janeiro!

domingo, 7 de dezembro de 2014

3ª edição do Curso de Formação FILOSOFIA PARA CRIANÇAS: fundamentos, métodos e práticas

Antes da conclusão da 2ª edição, estão já abertas as inscrições para a 3ª:

Curso de formação acreditado CCPFC (1 crédito - 25h presenciais)
 
Destinatários: Educadores de Infância,  Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico, técnicos que desenvolvam trabalho com crianças e todos os interessados em aventuras do pensamento.
 
Local: Guimarães (sede da ASSP)
 
Calendarização: 24 e 31 de Janeiro e 7 e 21 de Fevereiro de 2015
 
 
Custo: 35€ (associados da ASSP têm 50% de desconto)
 
 
Mais um desenvolvimento da parceria com a
ASSP (Associação de Solidariedade Social dos Professores) - Delegação de Guimarães