PROJECTO EDUCACIONAL DE DIVULGAÇÃO E PRÁTICA DA FILOSOFIA - NOVAS PRÁTICAS FILOSÓFICAS

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Consultores, Facilitadores e Formadores certificados:
American Philosophical Practitioners Association (APPA); Institute for the Advancement of Philosophy for Children (IAPC); Institut de Pratiques Philosophiques; Associação Portuguesa de Aconselhamento Ético e Filosófico (APAEF); Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC).
Membro afiliado do Institute for the Advancement of Philosophy for Children (IAPC).

terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Encontros do DeVir Jr - escolas básicas de Loulé & Quarteira

Workshops gratuitos de Voz, Percussão, Música Electrónica, Dança e Filosofia Prática. Para alunos do 3º ciclo; (as inscrições foram prolongadas além de 20 de Out.):
 
«- Vamos fazer explodir Loulé & Quarteira com as tuas ideias!
Queremos fazer contigo um festival marcante, que invada a tua cidade, onde se fale do que normalmente não se discute e se discuta o que normalmente não se fala. Vamos inventar cidades imaginárias, novas e perfeitas, contribuir para que todos criemos de uma consciência cívica e ecológica.»


segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

Café Filosófico em Guimarães - 6 Novembro - 5ª feira

6 Novembro21h30
C.A.R. (Círculo de Arte e Recreio)
Rua Francisco Agra, n.º 74 (Rua com ligação à Rua Gil Vicente)

 
Mais um desenvolvimento da parceria com a
 ASSP - Associação de Solidariedade Social dos Professores - Delegação de Guimarães.

quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

Filosofia para Crianças no Infantário de Avioso - Santa Maria - Maia

Primeira sessão de FILOSOFIA PARA CRIANÇAS no Infantário de Avioso - Santa Maria da Santa Casa da Misericórdia da Maia.
 
As sessões são destinadas a 2 grupos do último ano do Pré-Escolar (5 anos), com periodicidade semanal e realizadas em regime pro bono.
 
“O fortalecimento do pensamento na criança deveria ser a principal actividade das escolas e não somente uma consequência casual.” M. Lipman

sexta-feira, 10 de Outubro de 2014

Quem se importa com o canário do Daniel?

A sessão hoje foi um delírio!
Recebemos a visita de alguns elementos do 2º C, o que animou bastante a conversa.
 
Ainda em torno do ponto de interrogação, e sabendo que «São coisas que usamos para perguntar coisas que queremos saber.» (Adriana) logo ficou claro que «Obrigada.» não quer saber nada, quer apenas dizer que estamos gratos por algo. (A Angelina mudou de ideias e deu um novo exemplo, agora sim, de um pergunta: «Queres ser meu amigo?».)
 
Pois bem, o ponto de interrogação é importante e fazer perguntas também!
 
Surge a discordância, pela voz do Guilherme: «Pode não ser importante. Quando alguém pergunta coisas e já sabe a resposta ou já sabe o que o outro vai dizer, não é importante.»
O Daniel concorda, mas com outra razão - a brincadeira: «Quando perguntamos, na brincadeira, "És maluquinho?" já sabemos que a pessoa não é e estamos só a brincar com ele.» Na verdade não queremos uma resposta.
 
Passemos a um pergunta realmente importante, então: «Será que o meu canário fugiu?». (Daniel)
A não ser que o leitor pense no seu próprio encantador canário imagino que dará menos importância a esta pergunta do que a «Tem a vida sentido?».
Mas, de facto, o Daniel e a sua família adoram o canário, «se ele fugiu pode ser comido por um gato» e «todos os outros pássaros darão bicadas nesse gato!». A pergunta é muito importante pois o seu desfecho pode trazer muita tristeza.
 
Porém, apesar de a Angelina também ter ficado muito triste quando morreu o seu gato e compreender o Daniel, a maioria dos elementos concorda que a pergunta não é importante - para milhões de pessoas no mundo o destino do canário do Daniel não é importante, logo a pergunta não é importante.
 
Entra na sala um elemento novo: o Luís. Excelente! Certamente trará uma ideia nova precisamente por estar totalmente fora do que ali estava em causa!
Infelizmente não. O Luís também não vê a importância da pergunta, pelos mesmos motivos já enunciados - para quase toda a gente no mundo, isso não é importante.
 
E assim se findou a hora desta sessão de Filosofia para Crianças: sem decidirmos claramente se a tão grande tristeza de poucos vale menos ou mais que a indiferença de muitos, mas sabendo que «uma pergunta pode ser e não ser importante ao mesmo tempo, embora para pessoas diferentes» (grupo)!


 
 
Grata a todos pela sessão!!

quarta-feira, 8 de Outubro de 2014

IV Encontro de Filosofia para Crianças e Criatividade - 6 e 7 Novembro - Universidade do Minho, Braga

Organização conjunta do Departamento de Filosofia do ILCH-U.Minho
e do projeto filocriatiVIDAde.

- Inscrições abertas!

Lá estaremos com Nuno Paulos Tavares e a comunicação
Fazer Filosofia Com Crianças: níveis de exigência do facilitador.
 
Siga o LINK para o programa completo do evento.
 



terça-feira, 7 de Outubro de 2014

Entrevista a antigo coordenador do DSM: “Transformamos problemas quotidianos em transtornos mentais.”

E PARA PROBLEMAS QUOTIDIANOS ESTAMOS CÁ NÓS:
 
Allen Frances dirigiu durante anos o Diagnostic and Statistical Manual (DSM), documento que define e descreve as diferentes doenças mentais. Considerado a bíblia dos psiquiatras, é revisto periodicamente em nome da adaptação aos avanços do conhecimento científico. Frances dirigiu a equipa que redigiu o DSM IV, ao qual se seguiu uma quinta revisão que ampliou enormemente o número de transtornos patológicos.
 
Siga o LINK para a entrevista completa:

Alguns excertos:

"Fomos muito conservadores e só introduzimos [no DSM IV] dois dos 94 novos transtornos mentais sugeridos. Ao acabar, nos felicitamos, convencidos de que tínhamos feito um bom trabalho. Mas o DSM IV acabou sendo um dique frágil demais para frear o impulso agressivo e diabolicamente ardiloso das empresas farmacêuticas no sentido de introduzir novas entidades patológicas. Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de fazer médicos, pais e pacientes acreditarem que o transtorno psiquiátrico é algo muito comum e de fácil solução. O resultado foi uma inflação diagnóstica que causa muito dano, especialmente na psiquiatria infantil. Agora, a ampliação de síndromes e patologias no DSM V vai transformar a atual inflação diagnóstica em hiperinflação."
 
"P. A influência dos laboratórios é evidente, mas um psiquiatra dificilmente prescreverá psicoestimulantes a uma criança sem pais angustiados que corram para o seu consultório, porque a professora disse que a criança não progride adequadamente, e eles temem que ela perca oportunidades de competir na vida. Até que ponto esses fatores culturais influenciam?
R. Sobre isto tenho três coisas a dizer. Primeiro, não há evidência em longo prazo de que a medicação contribua para melhorar os resultados escolares. Em curto prazo, pode acalmar a criança, inclusive ajudá-la a se concentrar melhor em suas tarefas. Mas em longo prazo esses benefícios não foram demonstrados. Segundo: estamos fazendo um experimento em grande escala com essas crianças, porque não sabemos que efeitos adversos esses fármacos podem ter com o passar do tempo. Assim como não nos ocorre receitar testosterona a uma criança para que renda mais no futebol, tampouco faz sentido tentar melhorar o rendimento escolar com fármacos. Terceiro: temos de aceitar que há diferenças entre as crianças e que nem todas cabem em um molde de normalidade que tornamos cada vez mais estreito. É muito importante que os pais protejam seus filhos, mas do excesso de medicação."
 
"P. Em 2009, um estudo realizado na Holanda concluiu que 34% das crianças entre 5 e 15 anos eram tratadas por hiperatividade e déficit de atenção. É crível que uma em cada três crianças seja hiperativa?
R. Claro que não. A incidência real está em torno de 2% a 3% da população infantil e, entretanto, 11% das crianças nos EUA estão diagnosticadas como tal e, no caso dos adolescentes homens, 20%, sendo que metade é tratada com fármacos. Outro dado surpreendente: entre as crianças em tratamento, mais de 10.000 têm menos de três anos! Isso é algo selvagem, desumano. Os melhores especialistas, aqueles que honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados. Perdeu-se o controle."

terça-feira, 30 de Setembro de 2014

Workshop FILOSOFIA PARA CRIANÇAS - abordagem inicial (6 horas)

ÚLTIMAS INSCRIÇÕES para Sábado, 4 Outubro.

Formador: Nuno Paulos Tavares

Local: Acima da Média - Vila Seca, Barcelos

Solicite a ficha de inscrição ou mais informações: info.acimadamedia@gmail.com
 

Uma colaboração com Acima da Média
Centro de Estudos e Formação Profissional

terça-feira, 23 de Setembro de 2014

Da Prática Filosófica Com Crianças por Nuno Paulos Tavares

Boletim Informativo ASSP
(Associação de Solidariedade Social dos Professores)
 189 - 3º Trimestre de 2014
 
Uma síntese em pouquíssimas palavras!
 
 

domingo, 14 de Setembro de 2014

Acção de Formação FILOSOFIA PARA CRIANÇAS - Outubro e Novembro - Guimarães

Curso de formação acreditado CCPFC (1 crédito - 25h presenciais)
 
Filosofia para Crianças: Fundamentos, métodos e práticas

2ª edição
 
  Para Educadores e Professores do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico, técnicos que desenvolvam trabalho com crianças e todos os interessados em aventuras do pensamento.
 
Siga os LINKS:
Calendarização
 

Custo: Associados da ASSP = 25€ ; Não associados da ASSP = 35€.
 
Inscrições no Centro de Formação Francisco de Holanda
 
Mais um desenvolvimento da parceria com a ASSP (Associação de Solidariedade Social dos Professores) - Delegação de Guimarães.

quarta-feira, 10 de Setembro de 2014

segunda-feira, 25 de Agosto de 2014

"O pensamento como exercício comunitário: colaboração, crítica e autocorrecção. "

I Jornadas ASSP (Associação de Solidariedade Social dos Professores) - GUIMARÃES
Escola e Comunidade: Redes Colaborativas

Enteléquia - Filosofia Prática presente na mesa dedicada a BOAS PRÁTICAS em Projectos Colaborativos.
 
 
Nuno Paulos Tavares - Comunicação e posterior diálogo:
"O pensamento como exercício comunitário: colaboração, crítica e autocorrecção. "


quarta-feira, 13 de Agosto de 2014

Férias em Grande: ÁGUA FILOSÓFICA

 

A Apedcm - Ass. de Pais da Escola Dr. Costa Matos, em  Vila Nova de Gaia, recebeu-nos hoje para os já habituais Diálogos Filosóficos das Férias em Grande.
 
Várias perguntas foram nascendo a partir da observação inicial de uma simples palhinha num copo de água.
Observando-se que, em resumo, duas coisas aconteciam (a palhinha aparecia-nos «cortada» ou com uma largura diferente e isso era causado quer pela água, quer pela nervura do copo plástico) logo surgiu, ainda que subrepticiamente, a questão: A palhinha mudou quando imersa em água?
 
No decorrer do exercício, essa questão tornou-se manifesta nas perguntas colocadas pelos participantes:
 
 
Ao ler em voz alta todas as perguntas várias vozes fizeram notar alguns factos:
 
* algumas perguntas são iguais, querem saber a mesma coisa;
* algumas perguntas têm a resposta lá dentro;
* algumas perguntas respondem a outras...
 
Numa tentativa de agrupar as perguntas semelhantes o Alexandre sugere o seguinte grupo: 2, 3, 4 e 7.
O grupo reagiu discordando: o Luís explica que «parece diferente» se distingue de «deforma», porque aqui a palhinha já é diferente e não apenas parece diferente.
O Alexandre concordou e refez a sua ideia e o restante grupo colaborou com outros exemplos de coisas que parecem mas não são:
* na Matemática, podemos estar a ver uma parte do sólido, apenas, e ele parece-nos uma face, relembrou a Beatriz.
* quando colocamos açúcar na água (ou sal) ele fica invisível mas ele está lá! A água fica doce!, nota o Luís.
 
Mas....,esta diferença entre o que parece ser mas não é, só se aplica esta experiência da palhinha dentro ou fora do copo de água? Na Matemática e no laboratório de Ciências?
 
«- Não! Não, não , não!!! - exclamou imediatamente a Beatriz: às vezes parece-nos que uma pessoa é boa, mas depois... Não é.»
 
As perguntas seguiram-se naturalmente:
* O que é uma boa pessoa?
* Como sabemos que uma boa pessoa é uma boa pessoa?
* Essa pessoa é boa porque é boa ou porque nós a vemos boa? (Em paralelo com a palhinha - bem colocam o Luís e o Alexandre em evidência - ela deformou-se ou nós é que a vemos deformada?)
 
Fomos em busca de atributos que definem uma boa pessoa:
fiável (Beatriz); ajuda sem querer nada em troca (Luís); tem respeito pelos outros (Sheila); é amiga e carinhosa (Morais); é simpática e não diz as coisas pelas costas (Fábio); fiel (Ricardo)...
Até que o Alexandre reiterou: «-Não é possível definir uma boa pessoa!»
- Porquê?
«- Porque todos dizem uma coisa diferente!!»
 
A Inês Rocha, corajosamente quis saber «Então e eu, sou boa pessoa?» Um alvoroço, «Sim!» «Não!» «Sim!» «Não!» «Assim-assim!», enquanto todos a rodeiam com grande carinho e respeito.
Bem, afinal ... parece estar aqui qualquer coisa de definição! :)
 
Grata a todos pelo empenho e dedicação!!
 

quinta-feira, 31 de Julho de 2014

Férias em Grande: DIÁLOGOS FILOSÓFICOS COM ADOLESCENTES

 FÉRIAS EM GRANDE  na Escola Costa Matos em V.N.Gaia 
 

A ementa de ontem das questões à escolha 
para os diálogos filosóficos.


FÉRIAS EM GRANDE (Junho - Julho - Agosto - Setembro) Iniciativa promovida pela Associação de Pais da Escola Dr. Costa Matos (APEDCM).

domingo, 20 de Julho de 2014

Final de ano lectivo: O QUE JÁ CONSEGUES FAZER MELHOR? PORQUÊ?

Sessões de Filosofia para Jovens
Já consigo fazer frases com palavras mais complicadas quando sei o significado delas e imagino muitas mais coisas que antes não me passavam pela cabeça. Sara K., 5º ano

Já consigo ter mais participação e autonomia, porque eu antes era muito tímida. Sofia C., 5º ano

Pensar, porque consigo raciocinar melhor e já penso antes de responder. Keil C., 5º ano
 

 Eu já não fico tão indecisa nas minhas respostas porque nas sessões de Filosofia as nossas respostas tinham de ser muito directas. F. C., 8º ano

Já me sinto mais seguro, pois esta disciplina obriga-me a tal para intervir nas discussões. M. R., 8ºano

O que já consigo é o ouvir, pois  eu não era bom ouvinte e penso que o ouvir é muito importante. R. Z., 8ºano
Dar a minha opinião sem medo. Antes não acontecia. J.C. 8º ano
 
Já aprendi a pôr o dedo no ar e a esperar R., 4º ano
 
Já aprendi a responder com serenidade. D.B., 4º ano
 
Já aprendi a ver quando estamos a fugir do assunto. Antes nem sequer sabia. B., 4º ano

terça-feira, 1 de Julho de 2014

Conclusão do GINÁSIO DA MENTE (1º ciclo) no COLÉGIO CCG

Pois é! Chegámos ao fim!
 O que vale é que é só temporário, voltamos no próximo ano lectivo.

Última sessão de FILOSOFIA PARA CRIANÇAS 
  das 36 realizadas em 2013/2014.

O que andamos aqui a fazer?
Qual a palavra que  melhor descreve as nossas sessões?
Obrigado, boas férias e voltamos aos diálogos no fim do Verão!


































segunda-feira, 30 de Junho de 2014

Sharing Stories' Exercise - 2008 IAPC

Acabo de encontrar um tesourinho bem escondido nas memórias do meu mail: um exercício criado para o Sharing Stories do IAPC Summer Seminar, em 2008. É sobre Códigos e parte de uma paisagem estrófica.
Fica o ponto de partida. Caso queiram criar o vosso próprio guião de perguntas exploratórias e partilhá-lo aqui, não hesitem! Seria um prazer ver as várias hipóteses de trabalho!

*[[>[   ***    ! **


*[[[   >[[ >**


                
 

 

When I put [       I say tree

             I say sun           When I put !

When I put >      I say bee

               I say fun           When I put *
      

          What do I say?

quarta-feira, 18 de Junho de 2014

FILOSOFIA COM CRIANÇAS - Escola Sementes de Liberdade (Esposende)

Existência - Objectivos na vida - Valores - Escolha  


Cada criança assinalou as possibilidades mais interessantes e as menos interessantes.
Seguiu-se o diálogo, feito de questionamento, fundamentação, exemplificação e problematização.

ESCOLA SEMENTES DE LIBERDADE  Siga o LINK.
 "Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas."

terça-feira, 17 de Junho de 2014

Férias em Grande 2 - DIÁLOGO FILOSÓFICO com crianças e adolescentes

Concluída a sessão, foi solicitado aos presentes a produção do conceito que melhor sintetizasse a nossa hora e meia de trabalho.

Ei-los:

Os conceitos parecem indicar que, de facto, se fez FILOSOFIA.

Obrigado e até à próxima sessão!

Uma organização Apedcm - Associação de Pais da Escola Dr. Costa Matos

quinta-feira, 12 de Junho de 2014

Catarina, tu és a tua pergunta?



Na última sessão de Filosofia para Crianças deste ano lectivo com o 4ºD visualizámos esta breve animação de Jan Pinkava, conhecido, entre outras coisas, por ter escrito Ratatouille.
 
Foram criadas perguntas a partir da animação e o objectivo era escolher a mais interessante e tentar uma investigação em direcção à resposta.
Ficam as mesmas:



Porém, o comentário da Bia redireccionou totalmente o curso da sessão, quando a sua pergunta não foi votada por ninguém - «estão a ser mauzinhos comigo... :( »

Foi tempo, apesar de curto, de percebermos que criticar uma pergunta, uma ideia nada tem que ver com «ser mauzinho» para a pessoa que a produziu.
 
- Catarina, tu és a tua pergunta?
- Hummmm... (Catarina)
- Grupo, a Catarina é a pergunta dela?
- Não. Ela podia ter feito outra pergunta. (Daniel)
- Há mais coisas na Catarina do que a pergunta dela?
- Sim.

A confusão inicial da Catarina desvaneceu-se e rapidamente ela avançou:
 
- Eu tenho medo de alturas, imaginem. Eu sou o meu medo?
- «Não. A professora é mais coisas para além desse medo. Mas também esse medo faz parte de si. Também vai fazer aquilo que a professora é.»

Pois bem, somos os nossos medos, somos as nossas perguntas, os nossos desejos... E contudo não somos só isso...
Mais uma vez um grupo de performance excelente!

Grata a todos por tão boa forma de terminar o ano!
 

quarta-feira, 11 de Junho de 2014

Elementos do Pensamento

Registo de exercício na Acção de Formação de Professores e Educadores certificada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC):
 
FILOSOFIA COM CRIANÇAS: FUNDAMENTOS, MÉTODOS E PRÁTICAS
 

terça-feira, 10 de Junho de 2014

segunda-feira, 9 de Junho de 2014

Férias em Grande - sessões de DIÁLOGO FILOSÓFICO

Férias em Grande 2 na Escola Básica Dr. Costa Matos - V.N.Gaia

16 de Junho a 12 de Setembro

  Lá estaremos com as nossas sessões de DIÁLOGO FILOSÓFICO!




Uma organização Apedcm - Associação de Pais da Escola Dr. Costa Matos

quinta-feira, 5 de Junho de 2014

Se houver amor e amizade a pobreza acaba?


Hoje, depois de uns feriados de interregno das nossas sessões semanais, a Filosofia para Crianças voltou ao 4º D com a tarefa de elaborar o até agora ensaiado Mural de Poesia Visual.
O seu aspecto geral e final foi este:


Neste Mural houve espaço para uma visita guiada ao exposto e para alguns destaques:

O exemplo que se segue é o poema duplo do Diogo B. que se constrói pela repetição simples de duas palavras: Amizade e Amor. 
«facilitadora (f) - Porquê? 
Diogo B. (D.B.) - Porque essas são paralavras que eu gosto mas que também são essenciais. Estas palavras significam muito para mim. E são muito importantes. Por exemplo para os pobres. Os pobres não têm casa, não têm comida, não têm cama, não têm água... Não têm mesmo quase nada. Portanto o amor é muito importante para eles.»
f - Mas eles têm amor?
D.B. - Também podem não ter... Mas deviam ter.
f - Se tiverem amor, deixam de ser pobres?
D.B. - Hummm... Ah! Sim. Sim: por exemplo um milionário, como tem muito dinheiro pode dar metade.
f - Então, se houver amor e amizade a pobreza acaba?
D.B. - Sim.»

«D. B- Este poema surge da minha amizade, do meu amor, da minha criação. Da minha bondade.
f- Alguém mau poderia criar este poema?
D.B. - Não. Só ia pôr coisas más.»

 O Amor, Iris

«O Amor é perfeito
O Amor é bonito
O Amor é bondade.», Bia

 Harmonia, Mariana

sópázsópázsópázsópázsópázsópázsópázsópázsópázsópázsópázsópáz, Catarina

Grata a todos pela colaboração!